Quero em teus braços repousar e amparada sentir-me
Quero tuas mãos macias sentir a acariciar-me, em meus cabelos que elas passeem por longo tempo
Quero o beijo do vento suave minha face a beijar
Quero a natureza simplesmente contemplar do alto de um montanha numa bela manhã fria ao teu lado amada minha
Quero o silêncio total para que não atormentem minha alma cansada da futilidade aguçante que meus olhos vêem a todo momento
Quero o sorriso e o cântico da natureza ouvir
Quero despida, sem constragimento dançar ao suave vento com meus longos cabelos esvuaçante, com, para a tão suntuosa natureza
Quero minha mente repleta de sabedoria
Quero como a águia viver, com um único amor de ambos os lados para todo o sempre, com felicidade e o carinho de sempre
Quero em minhas entranhas harmoniosamente sentir-te
Quero o fascínio da inocência
Quero o que é belo comtemplar
Quero meu ser de beleza alimentar, beleza que somente os olhos da inocência podem ver
Quero na chuva forte despida correr, brincar em meio a natureza como os animais e teu corpo sentir a abraçar-me, amada minha que tão parecida comigo és, teus longos cabelos são lindos, amo te, quero te, desejo te. Tais sentimentos meus são nobres, são preciosos que somente tu humana com teus olhos lindos podes ver, a mim entender.
Teus cabelos longos, tua pele alva me fascinam
Somos poesia coesa, enigmática, que olhos impuros jamais entenderá.
Teus cabelos longos, tua pele alva me fascinam
Somos poesia coesa, enigmática, que olhos impuros jamais entenderá.
Deusely Libório
estilosa né...
ResponderExcluirmas o anterior era melhor
nem todos viajam da mesma maneira.....as paredes úmidas e mofadas sussuram à sua passagem....ouvi um restolhar lá dentro era ocê...
mas me bate a infame insegurança, o medo de aventurar de sentir o lá fora, medo do desconhecido, medo de fraquejar, medo da morte a mim levar doloridamente. Oh, quantas inseguranças e medos. Assim já não posso mais viver, preciso saber se eu posso existir, preciso saber se consigo sobreviver-viver e mais ainda me achar lá fora, lá além dessas paredes úmidas e mofadas que me cercam.
Como será lá fora? Prescípicio ou horizonte?
Meu espírito está inquieto, vive inquieto, está amordaçado minhas pernas e mãos algemadas.
Serei um dia liberta? Serei um dia Feliz?
Gostei do teu comentário :)
ResponderExcluirGostei tambem do teu blog, principalmente das fotos, ainda não tinha visto essas. Para muitos é estranho gostar desses tipos de fotos, para mim é um pedaço da história que não se apaga, eterniza as loucuras da igreja, dos "poderes". Gosto de pensar que aqueles que os fizeram ou que permitiram terríveis façanhas não tem quietude.